Gente de Hemsö

Gente de Hemsö

Estrondoso sucesso desde sua primeira publicação, em 1887, este romance é considerado uma das obras-primas de Strindberg. Foi concebido, nas palavras do próprio autor, para reconquistar seu público, depois de uma fase marcada pela polêmica e pelo ostracismo literário. Primeira tradução integral para o português, direta do sueco. A obra traça um quadro da natureza física e humana dos arquipélagos suecos, berço cultural da Suécia: poucos escritos são tão característicos daquele país escandinavo. Fino retrato psicológico de diversas personagens cativantes, "Gente de Hemsö" alia humor e lirismo, ocupando um lugar ímpar em meio à obra posterior de Strindberg, carregada de tensões e conflitos psicológicos. Esta edição do texto, que já foi adaptado para teatro, cinema e TV e foi traduzido em diversos idiomas, recupera as partes expurgadas na primeira edição.

R$ 74,64

Ficha Técnica

ISBN 978-85-7715-144-8
Ano de Publicação 2010
Edição
Páginas 208
Dimensões 11,5 × 17,5 cm
Idioma Português

sobre os autores

August Strindberg

August Strindberg

Johan August Strindberg (Estocolmo, 1849–id., 1912) foi escritor, dramaturgo, pintor e fotógrafo sueco. Aṕos concluir seus estudos, dedica-se a carreira de professor, ao mesmo tempo em que estuda medicina. Mais tarde tenta lançar-se como ator, mas em 1870 vai estudar na universidade de Uppsala, onde começa a escrever. Passa a trabalhar no jornal Dagens Nyhetere, a seguir, na Kungliga Bibliotek – a Biblioteca Nacional da Suecia. Em 1879, a publicação do livro Roda Rummeẗ (A sala vermelha) e a encenação da peça Master Olof̈ trazem-lhe o reconhecimento merecido. Em 1897, apoś divorciar-se de Frida Uhl, sua segunda esposa, a condição mental de Strindberg – ja delicada na época – deteriora-se ainda mais. Em um período de crise profunda, atormentado pela paranoia e por surtos psicóticos, escreve o romance Inferno. Nesse período, as leituras e crenças pessoais de Strindbergin influenciam seu estilo, que passa do realismo ao expressionismo. No fim da vida, o autor instala-se na Bla Tornet – a “Torre azul” onde hoje funciona o museu em sua memória. Strindberg morreu no dia 14 de maio de 1912, deixando como legado uma vasta produção de grande valor literario – entre elas, as peças Senhorita Júlia, A dança da morte, O pai, A caminho de Damasco e A sonata espectral, além dos romances Inferno, O filho da criada, Defesa de um louco e Gente de Hemsö