Épico

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Saga dos Volsungos

Anônimo

Expoente das sagas míticas islandesas, esta obra anônima foi redigida na Islândia do século XIII, mas advém de narrativas muito mais antigas. Narra os feitos e os padecimentos dos heróis da linhagem real dos Volsungos, principalmente a vida do herói Sigurd, que mata o dragão Fafnir e se envolve num trágico triângulo amoroso com a valquíria Brynhild e o rei Gunnar. 

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Odisseia

Homero

Este poema épico, aqui traduzido por um dos tradutores literários mais prolíficos do século XIX, narra as peripécias vividas por Odisseu em seu retorno de Troia para sua Ítaca natal, onde anseia por rever seu filho Telêmaco e a esposa Penélope. Depois de errar por dez anos, impedido por Posido de retornar para casa, o herói do poema tem que vencer a prepotência dos pretendentes, que permanecem no palácio e dilapidam os bens da família.

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Édipo rei

Sófocles

Escrita por Sófocles, um dos mais eminentes escritores de tragédias da Antiguidade (ao lado de Ésquilo e Eurípides), Édipo rei é uma obra-prima do teatro grego, considerada por muitos estudiosos como o mais perfeito dos poemas trágicos. A tragédia ocupa lugar privilegiado na história da literatura, sendo objeto de inúmeras reencenações e ganhando destaque nas reflexões de Freud, que estabeleceu no conceito do “Complexo de Édipo”, um dos pilares da teoria psicanalítica.

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Salmo — romance-meditação sobre os quatro flagelos do Senhor

Friedrich Gorenstein

Salmo — romance-meditação sobre os quatro flagelos do senhor, de Gorenstein, escritor, dramaturgo e roteirista de Andrei Tarkóvski, sem dúvida é um dos romances mais complexos da literatura mundial. Como já o havia feito Mikhail Bulgákov em Mestre e Margarida, surge na realidade soviética um enviado do céu: este enviado é Dã, o Anticristo, que aparece entre falantes da língua russa.

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Ilíada

Homero

A Ilíada é o poema épico por excelência, pois toda a ação decorre no campo de batalha. Narra o nono ano da guerra de Troia, a partir do episódio conhecido como “A ira de Aquiles” até o funeral de Heitor, maioral entre os guerreiros troianos. Esta edição é a tradução de Carlos Alberto Nunes, um dos mais prolíficos tradutores literários do século XX no Brasil.