Antropologia

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Homo Pictor: Imaginação, ritual e aprendizado mimético no mundo globalizado

Christoph Wulf

"Para enfrentar os desafios de um mundo globalizado, a antropologia deve ser interdisciplinar e intercultural. É a partir desse ponto de vista que Christoph Wulf aborda uma enorme variedade de temas que inclui educação, gestos, rituais, comunicação intercultural e estética, construindo uma antropologia histórica e cultural que se diferencia da etnografia tradicional e abre novas possibilidades de entendimento da diversidade cultural.

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Círculos de coca e fumaça

Danilo Paiva Ramos

Círculos de coca e fumaça debruça-se sobre os Hupd’äh, povo indígena falante de língua Hup que vive na região do Alto Rio Negro, no noroeste da Amazônia. Suas rodas noturnas para ingerir coca e tabaco - momentos de compartilhar mitos e histórias de andanças pela mata, ensinar benzimentos e executar curas e proteções xamânicas - são o principal cenário do livro. Nessas situações, Paiva Ramos percebeu performances, contextos em que os ameríndios relacionam suas experiências e observações da mata com as palavras dos mitos e encantamentos. A partir dessa interação, o viajante hup consegue interagir com seres de múltiplas paisagens e expandir seu campo de percepção, em um engajamento mútuo com os processos de transformação do mundo.

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Nas Redes Guarani – saberes, traduções e transformações

A etnia Guarani é uma das maiores das Américas, englobando dezenas de subgrupos étnicos diferentes. Diante de tal dimensão, as antropólogas Dominique Tilkin Gallois e Valéria Macedo coligiram diversos textos, de antropólogos e guaranis, para percorrer alguns desses grupos e traçar seus caminhos, costumes, crenças e pontos de contato.

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Crônicas de caça e criação

Uirá Garcia

Atividades de caça são fundamentais na percepção de mundo dos Awá-Guajá, povo Tupi-Guarani que habita o noroeste do Maranhão. Suas relações territoriais, cosmologia, guerras, sistemas de aliança e parentesco giram em torno da atividade predatória. Tais conexões são abordadas em Crônicas de caça e de criação, nova publicação da coleção Mundo Indígena. Para mergulhar e relatar seu regime de vida, o antropólogo Uirá Garcia, pós-doutor pela Unicamp, passou treze meses, entre 2007 e 2013, frequentando três diferentes aldeias Guajá.

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Refugiados de Idomeni

Gabriel Bonis

 Durante os sete meses em que trabalhou no campo de refugiados de Idomeni (Grécia), no auge da crise humanitária que assolou o continente, o pesquisador e especialista em direito internacional Gabriel Bonis conviveu com milhares de novos residentes, sírios em sua maioria, e decidiu contar a história trágica desse pequeno vilarejo perdido entre a fronteira da Grécia e Macedônia.

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COMBO | Coleção Bienal

 As leituras e referências teóricas que embasaram o pensamento curatorial da 30ª Bienal de São Paulo — A iminência das poéticas (2012) estão compiladas nesta coleção de seis livros de pequeno formato com textos fundamentais para a curadoria e até agora inéditos em língua portuguesa. O COMBO | Coleção Bienal se resume aos seis livros acompanhados de cinco mini-pôsteres estilizados 15 X 9,5 cm, baseados nas capas da coleção.

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COMBO | Coleção Mundo indígena

 Pensadores de quatro povos indígenas que vivem em diferentes regiões da América do Sul contaram, em diferentes relações com interlocutores, as histórias do mundo e dos aprendizados de seus grupos. As transcrições e traduções realizadas nestes diferentes encontros foram reunidas nos primeiros livros da Coleção Mundo Indígena. São, no total, sete livros de contos vindos de diferentes povos – Caxinauá, Guarani, Yanomami e Hupd'äh.