Franceses

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Último reino

Pascal Quignard

Os escritos de Pascal Quignard—que mesclam meditações, poesia, fragmento—iniciaram um ciclo intitulado Último Reino com a consagrada publicação de Les ombres errantes, Prêmio Goncourt de 2002, do qual faz parte o tríptico escolhido pelo autor para esta tradução.

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Balada dos enforcados e outros poemas

François Villon

Além da balada que lhe dá nome, e é um dos poemas mais célebres da língua francesa, esta edição reúne excertos de Le lais (O legado, de 1457), obra de juventude, e O Testamento (1461-1462), paródia de um documento jurídico em que retoma tópicas do tempo fugaz e da angústia diante da morte, e incluem poemas ora tristes e desesperados, ora de humor sutil.

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A voz dos botequins e outros poemas

Paul Verlaine

Os poemas de Verlaine, parte da “trindade sagrada do simbolismo”, aqui reunidos foram selecionados e traduzidos pelo poeta Guilherme de Almeida, um dos mentores do movimento modernista, para integrar o volume Paralelamente a Paul Verlaine, lançado por ele em 1944. Edição bilíngue.

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Viagem em volta do meu quarto

Xavier de Maistre

O texto que dá nome ao livro e a sua continuação, Expedição noturna em volta do meu quarto, também presente nesta edição, foram as obras que deram ao autor sua fama e reconhecimento. O primeiro foi escrito quando o autor estava em prisão domiciliar, mas ambos fazem do confinamento em um quarto uma oportunidade de viagem e um grande passeio pela alma do narrador.

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O sobrinho de Rameau

Denis Diderot

Uma das obras mais caras a Diderot, que a reescreveu, revisou e fez adendos ao longo de quase duas décadas, O sobrinho de Rameau é um diálogo entre Eu, um filósofo (que não deve ser identificado inteiramente com Diderot) e Ele, um parasita da alta roda, boêmio excêntrico e contraditório, que “combinava altivez e vileza, bom senso e desvario”.

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Micromegas e outros contos

Voltaire

Os textos da presente edição foram escritos por Voltaire na segunda metade do século XVIII e são considerados contos filosóficos porque suas personagens e enredos ilustram discussões acerca de preocupações e conceitos caros ao autor, como a busca da felicidade e o lugar do filósofo num mundo de limitações e sofrimentos.

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Joana d'Arc

Jules Michelet

Publicada originalmente em 1841, como o tomo V da Histoire de France, esta obra trata da vida e a morte desta importante personagem francesa. Diferente das demais obras do autor, contudo, o texto não é uma biografia em sentido estrito. Coerente com sua metodologia, caracteriza Joana d’Arc como a angelical Donzela, mas a narrativa privilegia a perspectiva histórica da nação francesa.

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O fim do ciúme e outros contos

Marcel Proust

Essas narrativas curtas de Marcel Proust apareceram pela primeira vez no volume Os prazeres e os dias (Les plaisirs e les jours), a sua estreia literária, com prefácio de Anatole France, ilustrações de Madeleine Lemaire e quatro partituras para piano de Reynaldo Hahn, inspiradas em poesias do autor.

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O mundo ou tratado da luz

René Descartes

Publicado em 1623, este tratado contempla questões cosmológicas e questões relativas ao comportamento e natureza da luz. O principal propósito de Descartes, um dos mais importantes filósofos da modernidade, neste texto, é colocar em dúvida as certezas da ciência escolástica, radicada no aristotelismo, e instaurar um novo paradigma.

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Escritos sobre arte

Charles Baudelaire

Reunião de quatro textos da produção crítica de Baudelaire, escritor francês hoje reverenciado como um dos paradigmas máximos da modernidade, que foram produzidos para periódicos. Estes ensaios apresentam um conjunto de reflexões estéticas incomuns para o período, como o riso na caricatura, a definição da arte filosófica e a recuperação de autores pouco valorizados.